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		<title>Porto Alegre 240 anos: Por que ela é demais?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 12:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[240 anos]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário de Porto Alegre]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos os anos é a mesma coisa. Lá pelo dia 20 de março começa a ecoar a voz de Isabela Fogaça cantando que Porto Alegre é que tem, um jeito legal  Há quem odeie, há os indiferentes e existem ainda os que cantarolam junto é lá que as gurias, etc e tal  Propagandas do Zaffari<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos os anos é a mesma coisa. Lá pelo dia 20 de março começa a ecoar a voz de Isabela Fogaça cantando que<em> Porto Alegre é que tem, um jeito legal </em></p>
<p style="text-align: justify;">Há quem odeie, há os indiferentes e existem ainda os que cantarolam junto <em>é lá que as gurias, etc e tal </em></p>
<p style="text-align: justify;">Propagandas do Zaffari à parte, este é um tempo de pensar a cidade também. O que faz aqui ser demais? Porto Alegre não é a cidade mais bonita do Brasil, talvez nem esteja entre as 10 mais. Não é onde tem a maior qualidade de vida, esta posição fica com Curitiba.</p>
<p style="text-align: justify;">Porto Alegre não deve ser nem a cidade mais bonita/melhor da nossa província. Mas é, com certeza, uma cidade apaixonante e com potencial. O que move os amantes da cidade, acredito, seja sonhar com tudo que Porto Alegre pode ser. Sim, por que estamos geograficamente bem localizados, às margens de um importante Guaíba (não me arrisco a classificar de rio ou lago), assim como grandes cidades estão às margens de seus Senna, Tâmisa, Tibre, Hudson&#8230;<span id="more-343"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Estamos, também, na rota de grandes eventos: Fórum Social Mundial, Copa do Mundo, shows internacionais. Gente, dois Beatles tocaram na cidade! Madonna vem aí! Quem pensaria nisso há alguns anos?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class=" " title="Guerreiro/PMPA" src="https://lh5.googleusercontent.com/-9bqpk42rpZE/T2-SUHldJoI/AAAAAAAAJ5Q/gTJaV-XH-Zw/s640/imagem83803.jpg" alt="" width="512" height="342" /><p class="wp-caption-text">Ver esse Pôr-do-Sol quase todos dos dias não tem preço</p></div>
<p style="text-align: justify;">Temos um povo lindo e maravilhoso (<a href="http://obairrista.com/" target="_blank">Gaúcho melhor em tudo, lembram?</a>) e todo esse potencial urbano e turístico para colocar Porto Alegre entre as grandes. E quando eu falo isso não digo para diminuir a cidade, justamente pelo motivo oposto, eu amo Porto Alegre, acredito que ela é demais, é muito legal. Porém acredito que se pode mais, por meio de projetos bacanas como do <a href="http://portoalegre.cc/" target="_blank">Porto Alegre.cc</a>, que envolve os cidadãos na busca por uma capital dos gaúchos melhor, mas também que a administração pública invista mais na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos meus maiores sonhos em relação à Porto Alegre é ver o Cais do Porto totalmente revitalizado, a  exemplo do que Buenos Aires fez com o Puerto Madero.  Sei que já existe um projeto aprovado, espero que saia logo do papel, assim como aquele antigo, da revitalização do Centro, hoje chamado de Centro Histórico.</p>
<p style="text-align: justify;">E como só o que se ouve por aí é &#8220;imagina na Copa?&#8221; com ares de crítica, o melhor é pensar como podemos tornar Porto Alegre ainda melhor, para que na Copa os <em>gringos, </em>incluindo os<em> brazileiros, </em>descubram afinal, o porquê de Porto Alegre ser demais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Porto Alegre me tem </strong>/ <strong>Não leve a mal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Só quem vive esta cidade pode falar dela com propriedade, portanto eu pedi a alguns amigos que me dissessem como é a Porto Alegre de cada um.</p>
<p><strong>Carla Dietrich, a forasteira do Bom Fim</strong></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/-wELmUXdzb68/T2-SU8VQNsI/AAAAAAAAJ5Y/96wpiQvCR7E/s447/carlota.jpg" alt="" width="162" height="313" />Porto Alegre me escolheu muito antes de eu poder &#8220;escolhê-la&#8221;. Quando vinha do interior (nasci em Santiago e morei 8 anos em Santa Maria) para a &#8220;Capital&#8221; pensava: *Nossa, quanto carro, quanta gente, quanto barulho* e prometia a mim mesmo nunca vir morar aqui. Em 2004, quando vim definitivamente para cá em razão de uma transferência no trabalho, tive um primeiro impacto bem positivo. Era bacana poder sair no sábado à tarde e ir no cinema ver um filme, ou então acordar bem cedo no domingo e ir tomar um mate no Brique da Redenção, que era pertinho de casa. O que acho bacana em Porto Alegre e é incomum nas cidades do interior é o fato de que temos quase tudo que precisamos dentro dos próprios bairros.São mini-cidades dentro da grande cidade. O que posso dizer, para resumir, é que foi uma grata surpresa vir morar aqui. Com o passar do tempo, acredito que nós, interioranos, acabamos nos acostumando e até gostando da *muvuca* daqui. Eu, pelo menos, adoro e não penso em sair daqui muito cedo.</p></blockquote>
<p><strong> <a href="http://necessarias.com/" target="_blank">Gisele Ramos</a>, a festeira do Centro</strong></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial;" src="https://lh5.googleusercontent.com/--my3vYuQ7zc/T2-bz9b-UpI/AAAAAAAAJ6E/nwhMRXRr1Eg/s512/29986_1423916161056_1327297469_1170692_5691049_n.jpg" alt="" width="283" height="307" />Acho que fui a única adolescente de Porto Alegre a não sonhar com um carro quando completasse 18 anos. Como moradora do Centro, sempre foi muito fácil me deslocar para qualquer canto da cidade, a pé, de ônibus ou de táxi. Até hoje, quando coloco as contas na ponta do lápis, vejo que é muito mais vantajoso escapar dos impostos e gastos com estacionamento, combustível e seguro usando o transporte público. O ato de morar no centro da cidade pode ser resumido nessa palavra: conveniência. Tudo é perto, tudo é facilmente alcançável daqui. E não vou nem mencionar a delícia que é ter lugares lindos como a Usina do Gasômetro, Casa de Cultura Mario Quintana ou o MARGS no quintal de casa. Não saio daqui por nada!</p></blockquote>
<p><strong><a href="http://necessarias.com/" target="_blank">Ane Meira</a>, a diva da Zona Sul</strong></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="https://lh3.googleusercontent.com/-kDX4yr3VqEI/T2-a3IJDE9I/AAAAAAAAJ54/3SShIazi-IQ/s512/424915_3547877300410_1376887550_3487787_1626964257_n.jpg" alt="" width="255" height="338" />Ninguém sabe direito onde eu moro, mas sabem que é um lugar ótimo. Que as pessoas têm qualidade de vida, que a vizinhança é bacana. É depois de Ipanema? É perto da Restinga. Lageado, nunca ouvi falar no nome desse bairro. Fui lá dia desses e achei lindo, acho que era o Guarujá. A Cavalhada não é só uma avenida bem grande? Ipanema é logo ali, tá na placa. Na Ponta Grossa parece interior. Mora no Cristal, atrás do Iberê. Mas ela é feliz mesmo morando na Tristeza. Quem não conhece a zona sul de Porto Alegre sabe que ela fica bem ali, mas acha que é longe e quando conhece se apaixona. Não é porque a cidade não tinha mais para onde crescer, é que a gente cansa de ser urbano, de não ver o céu, de não sentir cheiro do verde. E tem mais, bem mais. Tem o Guaíba, que aqui a gente vê, desde sempre respeita por saber que traz um pouco daquelas águas barrentas nas entranhas. Eu amo/sou zona sul desde que nasci. E de pequena dizia que o meu mundo perfeito era viver sem precisar sair dali do meu chão. Hoje é assim que vivo, e agradeço cada pôr-do-sol da minha janela. E ao contrário de muitos vizinhos, vejo com bons olhos a chegada de novos empreendimentos, recebo com um sorriso os vizinhos que deixam a zona norte para ter um pedacinho maior de Porto Alegre nas suas vidas. Se POA é demais, a zona sul é tudo de bom.</p></blockquote>
<p><strong>Mauro Schneider, o belo da Zona Norte </strong></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="https://lh4.googleusercontent.com/-n-awmgM578c/T2-ap_1dYJI/AAAAAAAAJ5w/UcYAkk8UOxA/s385/197322_1914192178482_1352271708_32262949_1561771_n.jpg" alt="" width="246" height="308" />Passei 24 anos da minha vida na Zona Norte de Porto Alegre. Aliás, Porto Alegre, para mim, sempre foi a Zona Norte. Iguatemi, Bourbon Country, Assis Brasil, Germânia. Esses eram os símbolos que me faziam sentir em casa. Depois da aula no Colégio Santa Dorotéia, uma visita ao Lindóia Shopping era tradicional. Há um ano, no entanto, deixei a região para trás e passei a morar na Zona Sul. Tive de reaprender a me localizar. Passei a conhecer uma nova Porto Alegre. Minha vó, namorada e maioria dos amigos ainda moram na Zona Norte. Quando volto à região &#8211; pelo menos uma vez por semana -, me sinto, ao mesmo tempo, um integrante e um estranho no local. Apesar da saudade, me sinto um privilegiado na Capital dos gaúchos. Hoje, cerca de 14 meses morando perto do Barra, conheço TUDO do Passo d’Areia, minha antiga casa, e estou descobrindo cada canto da Tristeza, minha nova morada.<br />
São poucas as pessoas que tem essa vantagem de saber o lado bom dos dois bairros! A partir dessa experiência, confirmo a estrofe da letra: “Porto Alegre é demais”.</p></blockquote>
<p><strong>Mariana Aguirre, a intrusa da GPA</strong></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="https://fbcdn-sphotos-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/421612_10150544903474550_604154549_9059442_477846075_n.jpg" alt="" width="127" height="170" />Nasci em Porto Alegre, mas moro em Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre, desde sempre. Faço parte daquele imenso grupo de pessoas que vem pra Capital todos os dias trabalhar. Apesar da freeway congestionada ser a visão que mais tenho de Porto Alegre ultimamente, são os segundinhos do trajeto que meu ônibus faz perto do Gasômetro que muitas vezes faz o meu dia valer à pena. O sol se pondo, as diferentes cores no céu. Esse cenário faz meu coração bater mais forte diariamente. E sempre dou razão a máxima de que o temos o pôr-do-sol mais lindo do mundo.</p></blockquote>
<p><strong>Quase que esqueço, Feliz Aniversário Porto Alegre!</strong></p>
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		<title>Mil dias em Veneza &#8211; Desafio Literário</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 15:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafio Literário 2012]]></category>
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		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
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		<description><![CDATA[Janeiro &#8211; Literatura Gastronômica (li na primeira semana de janeiro, mas acabei atrasando a resenha) Sinopse: (&#8230;)Por muito tempo, Marlena de Blasi resistiu a ir a Veneza. Até que, em 1989, seu trabalho como chef e crítica gastronômica tornou impossível continuar adiando a viagem. Assim que pôs os pés na cidade, ela ficou completamente seduzida. Seu<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Janeiro &#8211; Literatura Gastronômica</strong> (li na primeira semana de janeiro, mas acabei atrasando a resenha)</p>
<p><strong><img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/-J_LY08uomrw/TzMWHZl_kTI/AAAAAAAABGs/yB-JVPoRB3I/s1600/mil+dias.jpg" alt="" width="150" height="225" />Sinopse:</strong> <em>(&#8230;)Por muito tempo, Marlena de Blasi resistiu a ir a Veneza. Até que, em 1989, seu trabalho como chef e crítica gastronômica tornou impossível continuar adiando a viagem. Assim que pôs os pés na cidade, ela ficou completamente seduzida. Seu encantamento foi tão grande que decidiu voltar todos os anos. Desde aquela primeira visita, Marlena sempre tinha a sensação de que estava indo a um encontro. Em 1993, o encontro finalmente aconteceu. Ela almoçava com amigos quando um garçom se aproximou e lhe disse que havia uma ligação para ela. Do outro lado da linha estava Fernando, um veneziano que, um ano antes, vira Marlena passeando pela Piazza San Marco e se apaixonara à primeira vista. Alguns meses depois, Marlena largava toda a sua vida nos Estados Unidos e se mudava para Veneza, para se casar com o &#8220;estranho&#8221;, como costumava chamar Fernando. Ele não falava quase nada de inglês. O italiano dela se resumia a algumas palavras relacionadas a comida. Ele abrira mão de seus sonhos e levava uma vida monótona e previsível. Ela era mestre em recomeçar e se reinventar. Ele gostava de tudo muito simples, inclusive as refeições. Ela adorava cozinhar pratos elaborados. (&#8230;) Em Mil dias em Veneza, Marlena evoca vividamente as imagens, os sons e os aromas de uma das cidades mais românticas do mundo e divide com os leitores </em><br />
<em>as receitas que estiveram presentes em alguns dos momentos mais importantes de sua vida.</em></p>
<p>Escolhi esse livro para reviver as lembranças da minha ida a Veneza no ano passado. Foram apenas dois dias e meio, mas bastaram para que essa cidade ganhasse minha eterna admiração. Semelhante à narrativa do famoso Comer, Rezar e Amar, Mil dias em Veneza é, também, a história do encontro de uma mulher bem sucedida com o amor.  E o amor aqui, não foi só pelo &#8221;estranho&#8221; veneziano, mas também pela cidade construída nos canais da laguna.</p>
<p>Marlena ao passo que vive esse amor, não deixa de lado uma das suas maiores paixões: a gastronomia. E junto com ela, o leitor experimenta os sabores e aromas dos temperos e gastronomia encontradas na Princesa do Adriático.</p>
<p>É quase que impossível, ao ler o relato da autora, não se sentir tentada a pegar o primeiro voo em direção à cidade só para conferir as descobertas que ela fez vivendo como uma veneziana.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="http://www.4freeimagehost.com/uploads/3dd677bd3834.jpg" alt="" width="300" height="174" /><p class="wp-caption-text">Fernando e Marlena</p></div>
<p>O romance, que afinal é o grande motivador do livro, é mostrado sem grandes floreios, afinal são duas pessoas maduras que não têm mais a ilusão de contos de fadas. E,  ainda que a história tenha um final feliz, é possível quase sentir raiva do italiano calado pelo qual ela se apaixonou.</p>
<p>Não espere um grande clássico da literatura, mas divirta-se com um relato sincero, onde não só a comida tem sabor, mas a Veneza descrita por Marlena pode ser saboreada também.</p>
<p><strong>Depois de Veneza&#8230;</strong></p>
<p><img class="alignleft" src="http://3.bp.blogspot.com/-I74eW970PKA/TxgwJ_sMRkI/AAAAAAAABPo/RJqHouQdPFU/s1600/mil_dias_toscana.jpg" alt="" width="245" height="245" /></p>
<p>O amor de Fernando e Marlena ganhou novo fôlego na Toscana. O casal hoje organiza excursões pela região italiana.</p>
<p>O livro já está na lista de espera das minhas leituras. E uma visitinha a Toscana na lista (imensa) de sonhos de viagens!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafio Literário 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 02:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafio Literário 2012]]></category>
		<category><![CDATA[desafio literário]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Quero um 2012 cheio de desafios. E de preferência, que eles sejam todos superados, conquistados, cumpridos&#8230; E para começar, o Desafio Literário 2012. Uma ótima oportunidade de não sucumbir à internet e voltar a ler o tanto que deveria e gosto. A proposta é ler pelo menos 12 livros por ano, dentro de temas pré-estabelecidos.<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/-FDuy8zDPi0E/TsW5f6kXYLI/AAAAAAAAC8M/C6EeyXIJ_oU/s1600/banner-dl2012+%25282%2529.png" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Quero um 2012 cheio de desafios. E de preferência, que eles sejam todos superados, conquistados, cumpridos&#8230;</p>
<p>E para começar, o <a href="http://desafioliterariobyrg.blogspot.com/p/tudo-sobre-o-dl-2012.html">Desafio Literário 2012</a>. Uma ótima oportunidade de não sucumbir à internet e voltar a ler o tanto que deveria e gosto.</p>
<p>A proposta é ler pelo menos 12 livros por ano, dentro de temas pré-estabelecidos.  Pra valer como lido é preciso fazer aquela resenha básica.</p>
<p>Como ainda tenho muita coisa não lida nas minhas prateleiras vou dar tentar encaixar os meus nas categorias. E como a grana está curta,  próximo passo é recorrer à bibliotecas públicas.</p>
<p><strong>Fiz uma pré-lista do que pretendo ler, tentando sempre ter três opções em cada categoria.</strong></p>
<p><span id="more-225"></span></p>
<p><strong>Janeiro &#8211; Literatura Gastronômica</strong> (sacanagem com a pessoa fazendo dieta!)</p>
<p>Mil dias em Veneza, Marlena de Blasi (Ah, Veneza)</p>
<p><strong>Fevereiro &#8211; Nomes Próprios</strong></p>
<p>Goya, Robert Hughes  (o livro mais caro que já comprei. Já está na minha estante faz tempo, hora de finalmente ler)</p>
<p>Jane Eyre &#8211; Charlotte Brontë (tenho visto referências ao livro em tantos lugares ultimamente que estou louca pra ler)</p>
<p>Dom Quixote &#8211; Miguel de Cervantes</p>
<p>Drácula &#8211; Bram Stoker</p>
<p><strong>Março &#8211; Serial Killer</strong></p>
<p>Dexter: A mão esquerda de Deus, Jeff Lindsay</p>
<p><strong>Abril &#8211; Escritor (a) Oriental</strong></p>
<p>A doçura do mundo,  Thrity Umrigar &#8211; Índia(da minha estante)</p>
<p>O Império do Sol, J. G. Ballard &#8211; China</p>
<p><strong>Maio &#8211; Fatos Históricos</strong></p>
<p>Por quem os sinos dobram, de Ernest Hemingway &#8211; Guerra Civil Espanhola (da minha estante)</p>
<p>O americano tranquilo, Graham Greene  - Guerra da Indochina</p>
<p>O diário de Anne Frank, Anne Frank</p>
<p><strong>Junho &#8211; Viagem no Tempo</strong></p>
<p>A Mulher do Viajante no Tempo, Audrey Niffenegger</p>
<p>O Restaurante no Fim do Universo,  Douglas Adams (da minha estante)</p>
<p>Contato, Carl Sagan</p>
<p><strong>Julho &#8211; Prêmio Jabuti</strong></p>
<p>Cordilheira, de Daniel Galera – Romance 2009</p>
<p>Corações Sujos, Fernando Morais &#8211; Livro do Ano Não Ficção 2001</p>
<p><strong>Agosto &#8211; Terror</strong></p>
<p>Corrigir o erro e finalmente ler algo do Stephen King</p>
<p><strong>Setembro &#8211; Mitologia Universal</strong></p>
<p>O Silmarillion, J.R.R Tolkien</p>
<p>Odisseia</p>
<p>A Divina Comédia, Dante Alighieri</p>
<p><strong>Outubro &#8211; Graphic Novel</strong></p>
<p>Persépolis, de Marjane Satrapi</p>
<p><strong>Novembro &#8211; Escritor (a) Africano</strong></p>
<p>O mapa do amor, Ahdaf  Soueif &#8211; Egito (da minha estante)</p>
<p>O Último Voo do Flamingo, Mia Couto &#8211; Moçambique</p>
<p>Desonra, J. M. Coetzee -África do Sul</p>
<p><strong>Dezembro &#8211; Poesia</strong></p>
<p>Categoria mais difícil. Não sou nem um pouco chegada à poesia. Mas o negócio é ser desafiada, não é mesmo?</p>
<p>As flores do mal, Charles Baudelaire</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aceito sugestões e empréstimos.</strong></p>
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		<title>Tempo de faxina</title>
		<link>http://marigoods.com/tempo-de-faxina/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 16:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filler]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho tanto para atualizar, compartilhar. Assuntos, histórias&#8230; uma infinidade de coisas para colocar em dia. Muito aconteceu desde o último post. Tenho, também, que dar uma arrumada no blog. Fazer a faxina mesmo.  Prometo fazer até o fim de  2011. Por que afinal, 2012, se não for o último ano, tem que ser bem aproveitado.<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho tanto para atualizar, compartilhar. Assuntos, histórias&#8230; uma infinidade de coisas para colocar em dia. Muito aconteceu desde o último post. Tenho, também, que dar uma arrumada no blog. Fazer a faxina mesmo.  Prometo fazer até o fim de  2011. Por que afinal, 2012, se não for o último ano, tem que ser bem aproveitado.</p>
<p>Por enquanto, digo que já estou de volta ao aconchego do lar desde 17 de outubro.</p>
<p>Ah, e me visitem no <a href="http://1200calorias.tumblr.com/">1200 calorias</a>. Tumblr onde jogo todas as frustrações, angústias e expectativas da minha dieta.</p>
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		<title>Seis meses de Irlanda &#8211; A missão</title>
		<link>http://marigoods.com/seis-meses-de-irlanda-a-missao/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 20:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balanço]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dublin]]></category>
		<category><![CDATA[Empregos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Au Pair]]></category>
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		<category><![CDATA[irlanda]]></category>

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		<description><![CDATA[No post anterior, contei um pouco do que se passou dentro de mim nesse período de Irlanda.  Agora vamos ao que importa. O que aconteceu depois de pensar: putz, e agora! O dinheiro está acabando: hora de remarcar a passagem? Isso foi lá em fevereiro, um pouco antes dos três meses e da minha última<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No post anterior, contei um pouco do que se passou dentro de mim nesse período de Irlanda.  Agora vamos ao que importa. O que aconteceu depois de pensar: putz, e agora! O dinheiro está acabando: hora de remarcar a passagem?</p>
<p>Isso foi lá em fevereiro, um pouco antes dos três meses e da minha última parcela do Seguro Desemprego, fato que me segurou mais tempo sem um ganha pão real por aqui.</p>
<p>O que fazer? Voltar pra casa? Era um opção, mas claramente a última. Depois de gastar tempo e dinheiro eu não poderia simplesmente voltar três meses depois. Tinha que conseguir emprego.</p>
<p>Aí mora a vantagem de ser mulher. Au Pair na Irlanda é muito comum. As famílias estão sempre procurando. Pensava nisso como uma possibilidade, mas como a última já que havia desistido de tentar o programa de Au Pair nos EUA por quer ter mais independência e não precisar morar na casa de ninguém. Porém, ah, porém, essa acabou se mostrando uma boa alternativa por não ter que arcar com as contas do dia-a-dia: comida, luz, internet e aluguel.</p>
<p>Existe aqui na Irlanda uma espécie de agência de Au Pair para meninas brasileiras. Que nada mais é do que uma outra brasileira que arruma entrevistas e cobra a pequena taxa de 200 euros pra colocação numa família. O dinheiro só é pago quando a família está certa. Pra quem está no desespero é uma boa alternativa. Eu tentei por esse meio e fiz algumas entrevistas. Nenhuma com sucesso.</p>
<p>Indicação é tudo nessa vida. Em terras estrangeiras, então. Melhor ainda. <a href="http://nomadewayoflife.blogspot.com/" target="_blank">Denise</a>, minha colega de aula era (ainda é) au pair em Shankill, uma village perto de Bray, e me disse que sua vizinha estava precisando de alguém e tal.</p>
<p>No dia 17 de fevereiro, fui conhecer a família e acabei sendo &#8216;contratada&#8217;. Isso foi numa quinta-feira. A mudança aconteceria no domingo e a partir de segunda-feira já estaria trabalhando.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="alignnone" src="https://lh3.googleusercontent.com/_Flx6RDy51hM/TasEwBz_SuI/AAAAAAAAHNk/bUXsHdE0dYQ/s400/100_3035.JPG" alt="" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Minha atual casa na Irlanda</p></div>
<p>Confesso que o meu sentimento não foi nem um pouco parecido com o que eu espera. Poxa, eu tinha conseguido um emprego e não estava feliz. Na verdade me senti bem aflita, com medo mesmo. Ir morar na casa de outra família, um pouco longe da cidade e o salário era abaixo do normal para a &#8216;categoria&#8217;.  No entanto, minha situação financeira na Irlanda não me permitia escolher não aceitar o trabalho, apesar de toda a indecisão.</p>
<p>O primeiro dia foi o pior. Eu tinha vontade de pegar minhas coisas e correr de volta pra casa, no Brasil. Tanto era meu sofrimento que chorei quando falei com a família por skype. Foi a primeira vez. E um erro, certamente. Só deixei todo mundo preocupado. Minha afilhada, pobrezinha, ficou chorando desesperadamente.</p>
<p>Minha mãe disse pra eu aguentar firme, ficar e continuar procurando outras coisas e voltar pra casa no fim do curso, em junho.</p>
<p>No segundo dia, as coisas ainda estavam ruins. Só que desta vez eu queria sair da casa e voltar pro ap onde eu estava antes.  Não ir embora da Irlanda de vez. Aí o dia foi chegando ao fim e as coisas se ajeitaram. Fui acostumando e quando vi fiz um mês, dois e agora já são três.</p>
<p>Obviamente tiveram dificuldades. Ainda tem. No início, a menina me odiava, era grossa. Imaginem, uma pirralinha de 4 anos te tratando mal? Não é fácil. Isso melhorou também. Um dia, do nada, ela vem no meu quarto, me abraça e diz que me ama. Own&#8230;.</p>
<p>O menino, mais velho, foi mais fácil. Exceto claro, como quase todos os meninos de 9 anos, tem um sério problema em ouvir. Às vezes é inútil falar. O momento do homework é o mais estressante, já que ele se distrai facilmente com qualquer coisa.</p>
<p>No fim das contas, tudo se ajeitou e ficaria nessa família até novembro, quando for a hora de voltar pra casa. Obviamente, quero arrumar outras coisas, novas experiências, mais dindim. Porém, não posso negar que é um constante aprendizado conviver numa família que não é a tua. E mesmo o dinheiro sendo pouco fui pra Londres encontrar minha BFF<a href="http://dicasdemoda.net/" target="_blank"> Gisele Ramos</a> e estou indo na próxima semana pra Paris. São duas grandes realizações, isso não tem como negar. Também não posso mentir, parte do dinheiro usado nessas viagens foi presente de aniversário que minha família mandou. E não tirando meus méritos, devo dizer que, a administração dos &#8216;recursos&#8217; não é nada fácil, mas estou conseguindo lidar com certo sucesso.</p>
<p>E não, não vou voltar pra casa agora em junho. Ainda não tenho a data, pois preciso remarcar minha passagem &#8211; outra pequena novela, mas será pra novembro, de acordo com o plano inicial.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>181 dias depois&#8230;</title>
		<link>http://marigoods.com/181-dias-depois/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 23:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dublin]]></category>
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		<category><![CDATA[intercâmbio]]></category>
		<category><![CDATA[U2]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;Ou 6 meses. Minha jornada chegou na metade. Já quis desesperadamente entrar no primeiro avião de volta pra casa.  Mas fiquei. E desde então tenho uma companheira fixa: a saudade. E ela sabe ser absurda. Tem dias que fica me falando da luz que entrava pela janela da cozinha da minha casa ao entardecer. Mas<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230;Ou 6 meses.</p>
<p style="text-align: justify;">Minha jornada chegou na metade.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 346px"><img src="https://lh3.googleusercontent.com/_Flx6RDy51hM/TYZNkK4AyrI/AAAAAAAAGew/Jy7CpTceRIo/s640/100_2566.JPG" alt="" width="336" height="448" /><p class="wp-caption-text">Olhando pra frente, sempre</p></div>
<p style="text-align: justify;">Já quis desesperadamente entrar no primeiro avião de volta pra casa.  Mas fiquei. E desde então tenho uma companheira fixa: a saudade. E ela sabe ser absurda. Tem dias que fica me falando da luz que entrava pela janela da cozinha da minha casa ao entardecer. Mas quase sempre ela está ali pra lembrar que no fim da jornada, as pessoas que mais amo no mundo estarão me esperando de braços abertos. E por isso continuo.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando assim até parece que estou reclusa em algum convento ou prisão. Não, nada disso. Vim pra cá por uma opção. Mais. Por um desejo, algo muito maior que eu. Um sonho alimentado dia-a-dia nos últimos sei lá quantos anos da minha vida.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando se está assim, tão longe de tudo, fica difícil associar o que acontece com vida real. Mas a verdade é que essa intensidade de acontecimentos e sentimentos é o verdadeiro intercâmbio. Emprego, compras, viagens, aperfeiçoamento da língua, isso tudo que se espera ao reservar as passagens acabou sendo lento e longe daquilo que eu esperava. Mas o crescimento pessoal caminha a passos largos todos os dias.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa é a verdadeira intenção do intercâmbio &#8211; isso claro, considerando o intercâmbio como algo com vontade própria. Porque acredito que ninguém que passe por uma experiência dessa saia indiferente. Sem mudanças.  Saímos daquele casulo de conforto e tranquilidade que é a nossa casa e de repente estamos no mundo.  Sozinhos. Metaforicamente falando, claro. Pois, por mais que estejamos acompanhados ou conheçamos boas pessoas ao longo do caminho, a vivência, a moral da história da fábula do intercambista é diferente para cada um de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">É como a eterna pergunta do jornalismo sobre a parcialidade. Cada um verá um lado e terá uma história diferente pra contar. Um perspectiva, um aprendizado.  E é por isso que sigo em frente, esperando meus próximos 181 dias. Pra crescer e transformar os perrengues, as dúvidas, os conflitos e tudo mais que acontecer em boas histórias de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma amiga minha disse, num momento em que eu estava em dúvida em relação ao que fazer:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Quem sai de casa pra morar em outro país não está querendo aprender outra língua.  Essa pessoa procura muito mais que simplesmente isso.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">E ela tem toda a razão. A minha jornada ainda não acabou, mesmo tendo passado por momentos difíceis e de indecisão.</p>
<p style="text-align: justify;">E já que estou na Irlanda, não custa parafrasear o U2:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">I still haven&#8217;t found what I&#8217;m looking for</p>
</blockquote>
<p style="text-align: center;"><object width="425" height="349" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HHZrXTY8oS4?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="425" height="349" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/HHZrXTY8oS4?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>4 meses de Irlanda*</title>
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		<pubDate>Sat, 14 May 2011 13:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Balanço]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dublin]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[balanço de viagem]]></category>
		<category><![CDATA[st. patrick]]></category>
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		<description><![CDATA[Fiz quatro meses de Irlanda bem no dia de St. Patrick, dia 17 de março. O santo é padroeiro do país, então a galera se veste de verde e vai pra rua beber. Com direito a parada e tudo. A melhor definição que ouvi para o que acontece no dia foi &#8220;Carnaval de Tim Burton&#8221;<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz quatro meses de Irlanda bem no dia de St. Patrick, dia 17 de março. O santo é padroeiro do país, então a galera se veste de verde e vai pra rua beber. Com direito a parada e tudo. A melhor definição que ouvi para o que acontece no dia foi <strong>&#8220;Carnaval de Tim Burton&#8221;</strong></p>
<p><strong><strong>
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</strong><br />
</strong></p>
<p>Também cheguei a uma conclusão. Irlandês não sabe se divertir. Só sabem ficar bêbado. E pra muitos sei que é sinônimo de diversão, mas gente, nem uma musiquinha na rua rolava. Os pubs tinham música ao vivo, em geral de boa qualidade, mas as pessoas nem dançavam. Só bebiam. Enfim, um tipo diferente de &#8216;carnaval&#8217;, realmente. Nem muita pegação eu vi.</p>
<p>Mas vamos aos 4 meses longe de casa.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img src="https://lh6.googleusercontent.com/_Flx6RDy51hM/TYZMw_lo-uI/AAAAAAAAGaM/GnO5tH7Rtl0/s400/100_2495.JPG" alt="" width="300" height="400" /><p class="wp-caption-text">Vai uma pint aí?</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> </strong>A primeira semana foi a das novidades. As descobertas num país diferente. Assim como foi a semana das dúvidas. &#8220;O que eu estou fazendo aqui?&#8221;, me perguntava frequentemente.</p>
<p>Aí depois foi levando, as coisas rolando. Ainda muita novidade. Sem uma rotina definida. Afinal era correria atrás da documentação, casa e claro a preocupação com o emprego. O mais importante, diga-se de passagem. Por que se por um lado a comida é barata, por outro o aluguel e a luz contas bem salgadas e pesam muito no bolso. A internet, o supérfluo mais essencial, é relativamente barata quando dividida.</p>
<p>Aí veio a primeira neve. Que maravilha! Lindo, lindo. Aquela sensação de voltar a ser criança, de experimentar algo pela primeira vez. Um bando de adultos brincando na neve. Andar, no outro dia, na neve não foi tão divertido. Quando a neve no chão ainda está fofa se leva uma eternidade pra ir de um lugar a outro. Quando o gelo está derretendo vira uma pista de patinação. São tombos e escorregadas que não acabam mais.</p>
<p>Ainda consegui sair dessa com um saldo positivo. Só cai uma vez. Sim, por que sem gelo eu vivo caindo <img src='http://marigoods.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Aí veio o primeiro Natal sem a família e o An0-Novo sem fogos de artifício.</p>
<p>Depois do Ano-Novo a busca por emprego se intensificou. Consegui duas míseras entrevistas. Duas roubadas (assunto pra outro post).</p>
<p>E foi quando fevereiro chegou que a preocupação maior veio. O dinheiro está de fato acabando. Só tinha grana pra mais o aluguel a ser pago em 25 de fevereiro.</p>
<p><strong><strong>*Comecei a escreve este texto e nunca terminei. Estou prestes a completar seis meses de Irlanda, mas resolvi publicar ele assim mesmo, incompleto, pra não perder a ideia. Na sequência, no post de 6 meses conto o que aconteceu depois de fevereiro <img src='http://marigoods.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Mas, como devem ter percebido, consegui um emprego e não tive que voltar pra casa antes do esperado.</strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nem sempre Coca-Cola</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 20:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comer & Beber]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola]]></category>
		<category><![CDATA[freeway cola]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem me conhece um pouco sabe que meu maior vício é Coca-Cola. Nunca é uma má hora pra tomar o tal refrigerante que enfraquece os ossos. Mas sabem como é&#8230; A vida de estudante já é dureza. De estudante morando fora e desempregado então&#8230; Dureza sem fim. E eis que hoje, eu que nunca comprei<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quem me conhece um pouco sabe que meu maior vício é Coca-Cola. Nunca é uma má hora pra tomar o tal refrigerante que enfraquece os ossos. Mas sabem como é&#8230; A vida de estudante já é dureza. De estudante morando fora e desempregado então&#8230; Dureza sem fim.</p>
<p style="text-align: justify;">E eis que hoje, eu que nunca comprei nem Pepsi cometi minha primeira heresia como cocólatra, comprei a&#8230;</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 246px"><img src="http://lh3.ggpht.com/_Flx6RDy51hM/TRs09ChDBvI/AAAAAAAAF0Q/4X7QYIsbI2A/s400/100_2146.JPG" alt="" width="236" height="400" /><p class="wp-caption-text">Depois do guaraná Verão, chegou a Freeway Cola <img src='http://marigoods.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p></div>
<p style="text-align: justify;">Olha, vou contar pra vocês é bem boa. Não é assim uma Coca-Cola, mas o sabor é bem parecido.  E o preço? Beem melhor: 55¢ contra € 2 na original. Na minha primeira semana aqui já tinham me falado dela, mas confesso, fui preconceituosa. Pra ela ser IGUAL a Coca falta um pouquinho de ãh&#8230;digamos que&#8230; atitude!</p>
<p style="text-align: justify;">Mas por esse preço, virei fã.  Siiim, vô, vou trair a Coca-Cola, mas é por uma boa causa.</p>
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		<title>Primeiras impressões &#8211; se acostumando com o novo (Parte II)</title>
		<link>http://marigoods.com/primeiras-impressoes-se-acostumando-com-o-novo-parte-ii/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 01:14:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dublin]]></category>
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		<description><![CDATA[Demorei quase um dia pra falar inglês pela primeira vez. Isso fora o yes, little e thank  you da imigração. Que aliás, foi bem tranquila. (o oficial devia ser bem supersticioso, carimbou meu passaporte na página 13!) E sim, é bem possível vir pra cá e ficar falando só português. Ruim. Mas possível. No meu caso<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorei quase um dia pra falar inglês pela primeira vez. Isso fora o yes, little e thank  you da imigração. Que aliás, foi bem tranquila. (o oficial devia ser bem supersticioso, carimbou meu passaporte na página 13!)</p>
<p>E sim, é bem possível vir pra cá e ficar falando só português. Ruim. Mas possível. No meu caso o pessoal do translado do aeroporto era brasileiro, da casa estudantil idem.  Fora isso é possível ver pessoas falando português em todo canto. E não muito difícil de encontrar um funcionário brasileiro em diversos tipos de estabelecimentos. Até na escola onde estudo. Cheguei e fui ensaiando um inglês quando a moça da recepção me diz um Oi bem português.</p>
<p><strong>Argos e as primeira palavras em inglês</strong></p>
<p>Quando cheguei na student house na quarta-feira, dia 17 de novembro, só consegui fazer o básico antes de capotar: comer, tomar banho, fazer algumas ligações pra família e dormir.</p>
<p>No dia seguinte , sai pra resolver as primeiras coisas: ir na escola e comprar comida. Como eu já tinha visto tantas e tantas vezes o google maps sai sem mapa nenhum e boa sorte. Descobri que meu senso de direção é até que bem bom.  Não fui pelo caminho que eu tinha traçado e que era bem fácil e rápido pra escola. Decidi me perder primeiro, pra dar uma reconhecida no território.</p>
<p>Que delícia. Olhar as pessoas, as construções. Me sentia num cenário de filme. Sem querer achei o Temple Bar &#8211; região histórica e boêmia da cidade &#8211; e de repente estava na rua ao lado do Liffey &#8211; rio que corta a cidade em Norte e Sul.<span id="more-152"></span></p>
<p>Andei mais um pouco e quando vi estava na Grafton Street, rua show de bola, com muuuitas lojinhas não tão baratas. No final da rua o Shopping Stephen&#8217;s Green. Almocei num tipo de buffet livre. Achei a comida bem ruim. Mas tinha camarão, então perdoado!</p>
<p>Nesse mesmo shopping comprei meu netbook por que descobri que não dá pra viver muito tempo sem comunicação.  No meu caso não foram nem 24 horas. Fiz umas contas e tals. Dava pra comprar sem maiores prejuízos, o preço era bom. Comprei. E comprei na <a href="http://www.argos.ie/static/Home.htm" target="_blank">Argos</a> que tem um sistema bem interessante. Na loja, tem mesas com imensos catálogos que acho, só não tem comida, de resto, tem tudo lá. Tu chega lá, procura o produto que tu quer, digita o código numa máquina que fica nesta mesma mesa pra ver se tem o produto em estoque na loja. Tem? Beleza. Anota o código no papel próprio pra isso, que também fica na mesa e vai pro caixa.</p>
<p>Aí foi que eu tive meu primeiro real contato com a língua. Por que claro que o caixa me ofereceu mais alguns produtinhos junto com o net. Eu não entendia nada do que ele dizia, mas dava pra sacar que queria me empurrar mais algumas coisinhas inúteis. Tipo o Norton. Só dizia: no, thanks.</p>
<p>Depois de finalmente pagar é só esperar, num outro local, a senha ser chamada. E voilá. Meu produto lindinho foi entregue. Sacola? 20 centavos a mais. No, thanks.</p>
<p><img class="aligncenter" title="Minha aquisição" src="http://lh6.ggpht.com/_Flx6RDy51hM/TOXcCc17J0I/AAAAAAAAFeY/c1RhV82McJY/s400/100_1672.JPG" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Fiquei pensando depois se fiz certo em comprar o computador logo de cara, gastar tanto assim. Mas gente,  não tem preço poder ver a família nos primeiros dias.  Por mais que eu já tivesse ficado longe de casa mais tempo, foi ali nos primeiros dias que senti mais. E ver e falar com todo mundo foi muito importante. Não consigo nem imaginar como era a vida de um intercambista antes da internet e do skype.</p>
<p><strong>Coisas que eu sabia antes mas é difícil acostumar</strong></p>
<p>O maior vilão de um intercâmbio é a desinformação. E como eu vi pessoas que pareciam ter simplesmente caído de paraquedas em Dublin. Não consigo aceitar que uma pessoa vá passar um ano longe da família, do país, de tudo que conhece, e não faça uma pesquisa aprofundada sobre o funcionamento.  E nem é sobre isso que eu vou falar, mas precisava desse pequeno desabafo.</p>
<p>Eu já sabia que nos supermercados as sacolas são cobradas. Mas como é difícil fazer todas as compras caberem na mochila, bolsa, eco-bag. Mais difícil ainda é, além de espremer todas as compras nessas sacolas, ainda andar equilibrando um pacote de papel higiênico rua a fora.</p>
<p>Por falar em papel higiênico, eu já sabia que ele é jogado na privada. No lixinho do banheiro só mesmo absorvente, cotonete, essas coisas, mas até hoje, quase um mês depois de chegar, ainda jogo alguns no lixo, esqueço dessa modernidade.</p>
<p>Ainda sobre os assuntos do banheiro. Já tinha lido que o interruptor da luz era fora do banheiro. Mas sofri pra acostumar com essa. Na student house a porta do banheiro era pesada e meio emperrada. Quantas vezes eu sofri pra fechar a porta só pra me dar conta que tinha esquecido de acender a luz?</p>
<p>Secar o cabelo no banheiro? Só se com uma boa extensão, já que não tem tomadas no cômodo. Em casa nenhuma. Em toda a Irlanda (eu acho, não fui em todas pra conferir)</p>
<p>Chegar em casa e tomar aquele banhinho gostosinho e quentinho? Só se alguém ligou o aquecedor da água uma meia hora antes. Esse eu digo, é o pior. Ter que programar o banho. Hoje um encanador teve aqui no ap pra ver um esquema do chuveiro que quebrou e meio que nos ensinou outra forma de usar o aquecedor da água. Vamos ver se funciona melhor e se não gasta muita luz!</p>
<p>Quem diria que eu teria saudade do chuveiro elétrico com resistência!</p>
<p>Papelada?Procurar casa?Transporte?Pessoas? Fica pra um próximo post por que neste já escrevi demais.</p>
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		<title>Primeiras impressões &#8211; da saída do Brasil até Dublin (Parte I)</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 01:58:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Aguirre</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Primeiras impressões]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda tenho a estranha sensação de que não está acontecendo comigo. Mas contrariando este pensamento, fazem quatro dias que estou em Dublin.  E há cinco saí de casa. A despedida foi rápida: abraços, recomendações. Minha afilhada, tadinha, chorou muito. Eu tentei segurar, mas não adianta, sempre choro, nem que seja só um pouco. O voo até São<p>Follow me os bons: @marigoods</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda tenho a estranha sensação de que não está acontecendo comigo. Mas contrariando este pensamento, fazem quatro dias que estou em Dublin.  E há cinco saí de casa.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://lh4.ggpht.com/_Flx6RDy51hM/TOXbJ3l3bKI/AAAAAAAAFeY/6GQvBhArPFg/s400/100_1645.JPG" alt="" width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Ó, dó</p></div>
<p style="text-align: justify;">A despedida foi rápida: abraços, recomendações. Minha afilhada, tadinha, chorou muito. Eu tentei segurar, mas não adianta, sempre choro, nem que seja só um pouco. O voo até São Paulo foi tranquilo. Cheguei lá na hora prevista. 12h20. Comprei um cartão pro meu celular pra poder falar com casa e fui trocar o resto do dinheiro lá mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Andei, andei até a hora do check in. Empurrar carrinho com duas malonas não é fácil. Depois fui almoçar o sanduba que vovó preparou &#8211; e que foi minha refeição por um bom tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">No Free shop, fiz uma comprinha básica. Não resisti à MAC e me joguei num corretivo.  19 doletas.</p>
<p style="text-align: justify;">Me cansei no último de tanto andar na esperança de ir dormindo até Madri. Só na esperança mesmo. Dormi um pouco logo que entrei no avião, mas depois foram só cochilos. Eita troço apertadinho, viu? Ainda mais para pessoas acima do peso e com a busanfa avantajada, como eu. Foi uma das piores coisas evah. Só pensava que não ia fazer essa viagem de volta não. Coisas que pensamos quando estamos cansados e apertados.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando lembrei de tomar o Dramim pra dar uma dormida já estávamos chegando. Aí fiquei toda sonolenta, mal consegui tomar o café da manhã.</p>
<p style="text-align: justify;">Na chegada em Madri, mais tranquilo, só se eu tivesse achado um carrinho pra minhas tralhas antes.  Não passei pela imigração. Só pelo raio x. O ruim mesmo foi esperar das 7h30 até às 12h25 pra pegar o próximo avião. Eita viagem trabalhosa, sô.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas vejam bem, a saga não acabou. No avião da Espanha pra Irlanda tinha uma excursão (Europeu é chique, né?) de sei lá o que. Pirralhanda em peso aprontando muitas confusões no ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente às 14h e alguma coisa do dia 17 de novembro cheguei na Ilha Esmeralda.</p>
<p style="text-align: justify;">Na imigração, entreguei meu passaporte e as cartas todas e o tiozinho só me perguntou se eu falava inglês e se eu já tinha ido pra lá. Minhas respostas: a little e no. Depois ele carimbou meu passaporte, tirou minha fotinho e disse que eu tinha quatro semanas pra tirar o visto &#8216;permanente&#8217;. And that&#8217;s all folks.</p>
<p style="text-align: justify;">Pisei, finalmente, na tal Irlanda.</p>
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